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 Prof. Antônio Marcos da Cunha

 

Durante o governo comunista de Joseph Stálin ocorreram os crimes mais hediondos da história. O que o comunismo fez durante seu império diabólico supera até mesmo as atrocidades dos campos de concentração nazista. Milhões e milhões de pessoas foram sucumbidas: crianças, idosos, mulheres, ninguém foi poupado em nome de UMA IDEOLOGIA DEMONÍACA CHAMADA MARXISMO.

            Para se ter apenas um exemplo do que foi o comunismo da antiga URRS (União das Repúblicas Socialistas Soviéticas) Relato o episódio do TERROR DA FOME que ocorreu na Ucrânia, o HOLODOMOR. A palavra Holodomor (Ucraniano: Голодомор) é o nome dado ao genocídio do povo da Ucrânia em 1932-1933. O nome significa literalmente “assassinato pela fome”. Às vezes é conhecido como “fome forçada” da Ucrânia ou chamado “Holocausto Desconhecido da Ucrânia”. O Holodomor foi uma fome provocada, levada a cabo por Stalin e pelos soviéticos, para destruir intencionalmente o povo ucraniano nacionalista que representava uma ameaça para a União Soviética. Os soviéticos coletivizaram à força quase todas as fazendas ucranianas e roubaram a comida dos camponeses, criando assim uma fome devastadora.

Stálin ao assumir o poder prometeu que iria SOCIALIZAR a agricultura para promover justiça social em todos os países membros da URSS. Para tal objetivo enfatizou a coletivizou de toda a produção agrícola e iniciou uma perseguição atroz aos KULAKS denominados de grandes proprietários de terras. Essa perseguição foi extremamente cruel na Ucrânia, país com as terras mais férteis de toda a URSS. Stalin falava abertamente de sua política de "liquidar toda a classe dos kulaks"; eles eram a classe inimiga da zona rural. Com o passar do tempo, como era de se esperar, a definição padrão de o que constituía um kulak foi se tornando bastante ampla, até finalmente chegar ao ponto em que o termo — e as terríveis penalidades que eram aplicadas a todos aqueles infelizes a quem o termo era aplicado — podia ser aplicado a praticamente qualquer camponês.

Os comunistas caçaram impiedosamente os kulaks, tomaram todos os seus animais e todo o seu maquinário, e então pediram ao regime soviético para aprisionar e deportá-los. O regime comunista, e não os camponeses, é quem perseguiu os kulaks. No final, para que um homem fosse condenado a um destino cruel, bastava que ele tivesse contratado algumas pessoas para trabalhar para ele como empregados, ou que ele tivesse sido o proprietário de umas poucas vacas.

As quase 20 milhões de propriedades agrícolas familiares que existiam na Rússia em 1929 estariam, cinco anos depois, concentradas em apenas 240.000 fazendas coletivas.

Robert Conquest (1986) autor do livro A Colheita do Sofrimento: Coletivização Soviética e o Terror-Fome, cita o testemunho de um ativista comunista:

Eu ouvi as crianças... engasgando sufocadas, tossindo e gritando de dor e de fome.  Era doloroso ver e ouvir tudo aquilo.  E ainda pior era participar de tudo aquilo.... Mas eu consegui me persuadir, me convencer e explicar a mim mesmo que aquilo era necessário.  Eu não poderia ceder; não poderia me entregar a uma compaixão debilitante .... Estávamos efetuando nosso dever revolucionário.  Estávamos obtendo cereais para a nossa pátria socialista....

Nosso objetivo maior era o triunfo universal do comunismo, e, em prol desse objetivo, tudo era permissível — mentir, enganar, roubar, destruir centenas de milhares e até mesmo milhões de pessoas...

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Era assim que eu e meus companheiros raciocinávamos, mesmo quando... eu vi o real significado da "coletivização total" — como eles aniquilaram os kulaks, como eles impiedosamente arrancaram as roupas dos camponeses no inverno de 1932-33.  Eu mesmo participei disso, percorrendo a zona rural, procurando por cereais escondidos.... Junto com meus companheiros, esvaziei as caixas e os baús onde as pessoas guardavam seus alimentos, tampando meus ouvidos para não ouvir o choro das crianças e a lamúria suplicante das mulheres.  Eu estava convencido de que estava realizando a grande e necessária transformação da zona rural; e que nos dias vindouros as pessoas que viveriam ali estariam em melhor situação por minha causa.

Na terrível primavera de 1933, vi pessoas literalmente morrendo de fome.  Vi mulheres e crianças com barrigas inchadas, ficando azuis, ainda respirando mas com um olhar vago e sem vida.... Eu não perdi a minha fé.  Assim como antes, eu acreditava porque eu queria acreditar.

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Em 1933, Stalin estipulou uma nova meta de produção e coleta, a qual deveria ser executada por uma Ucrânia que estava agora à beira da mortandade em massa por causa da fome, que havia começado em março daquele ano. Os cadáveres estavam por todos os lados, e o forte odor da morte pairava pesadamente sobre o ar. Casos de insanidade, e até mesmo de canibalismo, estão bem documentados. As diferentes famílias camponesas reagiam de maneiras distintas à medida que lentamente iam morrendo de fome:

Em uma choupana, era comum haver algum tipo de guerra entre a família. Todos vigiavam estritamente todos os outros. As pessoas brigavam por migalhas, tomando restos de comida umas das outras. A esposa se voltava contra o marido e o marido, contra ela. A mãe odiava os filhos. Já em outra choupana, o amor permaneceria inviolável até o último suspiro da família. Eu conheci uma mulher que tinha quatro filhos. Ela costumava lhes contar lendas e contos de fadas com a intenção de fazê-los esquecer a fome. Sua própria língua mal podia se mover, mas mesmo assim ela se esforçava para colocá-los em seus braços, ainda que ela mal tivesse forças para levantar seus braços quando eles estavam vazios. O amor vivia dentro dela. E as pessoas notaram que, onde havia ódio, as pessoas morriam mais rapidamente. Entretanto, o amor não salvou ninguém. Todo o vilarejo sucumbiu; todos juntos, sem exceção. Não restou uma só vida.

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RESULTADOS:

 

 Nos anos 1930-1937, a coletivização e a fome mataram até 11 milhões de pessoas em toda a União Soviética, incluindo 6,5 milhões de ucranianos e cerca de 3 milhões de crianças. A fome de 1932-1933 matou 18,8% da população.  No auge da fome, mais de 25.000 pessoas morreram todos os dias, 1.000 por hora, ou 17 por minuto. O canibalismo foi relatado em todo o país. Em um outro relato um russo declarou:

 

O que vi não pôde ser expresso em palavras. Havia uma miséria tão desumana e inimaginável, um desastre tão terrível, que começou a parecer quase abstrato, não caberia dentro dos limites da consciência. Eu fiquei doente. Durante um ano inteiro não consegui escrever.

Estátua situada em frente ao museu de Kiev na Ucrânia em homenagem as milhões de crianças mortas pelo genocídio comunista 

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A SEITA DIABÓLICA DO COMUNISMO E SUA ATUAÇÃO NO MUNDO

 

            O Comunismo, que tem como PAI o alemão Karl Marx e seus seguidores, implantou o terror por todo o planeta. O objetivo central dessa seita é controlar o mundo, DESTRUIR A FAMÍLIA e promover uma desordem total com a destruição de todos os valores genuinamente cristãos: amor a Deus, ao próximo, a verdade, a justiça, a pureza da alma. Porém, essa seita utiliza formas de persuasão e convencimento com muitas mentiras e enganações, seguindo as mesmas táticas do Pai da Mentira, o Diabo. Para implantar o Holodomor Stalin falava de justiça social, coletivização, em outros lugares, onde o comunismo foi implantado, falava-se em acabar com os privilégios da burguesia e valorizar a classe trabalhadora, etc..Na Rússia os comunistas mataram vários homossexuais cruelmente, no Brasil os comunistas os defendem. Mas é tudo um jogo perverso para enganar as massas. O que eles querem mesmo é acabar com a família e os valores cristãos. A prova cabal do que estou relatando está nitidamente visível no próprio livro do pai do comunismo junto com seu fiel amigo Engels. Leia e tire suas conclusões:

 

“Então é que se há de ver que a libertação da mulher exige, como primeira condição, a reincorporação de todo o sexo feminino à indústria social, o que, por sua vez, requer a supressão da família monogâmica como unidade econômica da sociedade”

ENGELS (2014, p 90).

 

Para acabar com a família, criação de Deus, é preciso provocar toda espécie de confusão nas crianças e jovens com a hipersexualização sem regras e sem sentido familiar. Nessa ótica é necessário destruir os valores cristãos  cultivados no seio familiar, na igreja e sociedade. O comunismo, LOBO DISFARÇADO DE CORDEIRO, está ainda mais atuante do que imaginamos, com seus ativistas espalhando mentiras com a falsa ideia de liberdade e justiça, com intuito, se possível, de perpetuar as ideias marxistas que já provocaram tantas mortes e crueldades no século XX.

Observe que a bandeira comunista é sempre a mesma, utilizada no mundo inteiro, bandeira esta que vale mais do que as bandeiras nacionais dos países.  Se os comunistas brasileiros utilizam a mesma bandeira é porque estão de acordo com as atrocidades cometidas por soviéticos que utilizavam essa bandeira vermelha.

O discurso comunista é falso, mentiroso, falava em nome da igualdade, mas os líderes comunistas viviam na opulência, como Che Guevara que logo após o golpe em Cuba, escolheu uma mansão em Havana para viver e só usava Rolex, relógio de ouro. Falava em liberdade, mas os cubanos não podiam sair de seu país. Assassinaram milhões de inocentes nos campos de concentração soviéticos, nos paredões cubanos, na China...

O pai do comunismo KARL MARX teve sete filhos,quatro morreram ainda bebês, sem sua assistência, dois se suicidaram. Marx traia sua esposa deliberadamente, esposa que o sustentava.  Teve somente um emprego fixo na vida. Defendia tanto os trabalhadores(proletários) mas nunca trabalhou de verdade na vida. Esse é o LÍDER DOS COMUNISTAS, que deixou de lado seu bem mais sagrado, sua família e criou teorias que destruiram e estão destruindo muitas famílias.

O que a família representa para você? Ela deve ser destruída? Ou deve ser ainda mais valorizada? Qual bandeira você quer para o seu país? De que lado você está?

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 FONTES:

 

CONQUEST, Robert. A Colheita do Sofrimento: Coletivização Soviética e o Terror-Fome (1986).

 

 ENGELS, Friedrich. A origem da família, da propriedade privada e do Estado. Rio de Janeiro: Best Bolso, 2014, p. 90

 

https://www.mises .org.br/Article.aspx? id=1046

 

APROFUNDAMENTO BIBLIOGRÁFICO SOBRE O ASSUNTO:

 

Davies, RW, Tauger MB, SG Wheatcroft, Stalin, estoques de grãos e a fome de 1932-1933 , Slavic Review, vol. 54, n ° 3, outono 1995, pp. 642-657.

Ellman, Michael. Stalin e a fome soviética de 1932-33 Revisitada , Europe-Asia Studies . Vol. 59, n ° 4, junho de 2007, pp. 663-93.

Ellman, Michael. O Papel das Percepções de Liderança e da Intenção na Fome Soviética de 1931-1934 , Estudos Europa-Ásia , vol. 57, n ° 6, setembro de 2005, pp. 823-841.

Ellman, Michael. Colheita Amarga , Hoover Digest , No. 1, 2008.

Kohut, Zenon E .; Nebesio, Bohdan Y .; e Yurkevich, Myroslav. Dicionário Histórico da Ucrânia. (2005). 854 pp.

Tauger, Mark B. A Colheita de 1932 e a Fome de 1933 Slavic Review , vol. 50, No. 1, Primavera 1991, pp. 70–89 (argumenta que a colheita foi incomumente pobre).

Werth, Nicolas. A Grande Fome Ucraniana de 1932-33 , Enciclopédia Online de Violência em Massa , Abril de 2008.

Wheatcroft, Stephen G. “Para explicar a fome soviética de 1931-3: fatores políticos e naturais em perspectiva”, Food and Foodways , vol. 12, n ° 2, abril de 2004, pp. 107–136.